Vamos falar de tudo o que acontece no mundo da politica, da tecnologia , da arte etc.. tudo o mais que eu quiser falar ... fiquem a vontade pra evacuar no nosso pinico de barro... afinal ele nao enferruja

11 agosto 2005

Publicidade e Webdesign

Lembro-me certa vez de ter conversado com a minha querida Nelly de Carvalho a respeito da necessidade do webdesigner conhecer e lidar com publicidade, após uma conversa rápida ela me presenteou com o seu novo livro Publicidade – A linguagem da sedução.


Um livro bastante interessante, não é voltado para designers, mas nós sempre nos deparamos com necessidade que estão extremamente ligadas à publicidade seja num banner de algum produto seja na criação de um site inteiro sobre algum serviço ou produto.


Como alguém já definiu anteriormente, publicidade “É encontrar algo de extraordinário para falar de coisas banais”. Há cerca de um século a publicidade se limitava-se a dizer que “na rua tal, numero tal, vende-se tal coisa”. Com a dominação definitiva da cultura ocidental pela sociedade de consumo, a publicidade criou um novo tio de universo de Copérnico: as coisas não gravitam em torno do homem, é o homem que gira em torno delas, seus novos ídolos.


Mas em que a publicidade vai me ajudar como webdesigner?


Falemos dos banners:


Bem, eu costumo encarar um banner de uma página como outdoor ;


+ + Outdoor – Cartaz de grandes proporções posicionado em locais estratégicos, de modo a ser visto por um grande numero de pessoas que passam de carro, ônibus ou mesmo a pé, faz parte da máquina de criar desejos e transforma-los em realidade


++ Banner – Anuncio de grandes proporções (dentro do site) posicionado em locais estratégicos (no site) de modo a ser visto por um grande número de pessoas que passam pelo site rapidamente ou não, faz parta da máquina de criar desejos e transformá-los em acesso.


O outdoor, constituído de partes, elementos justapostos e desarticulados, é representativo da cultura de mosaico, oposta à cultura humanística, Contribui, com sua estática, para a criação de um ambiente urbano. Pense nisso como um banner, hoje em dia há uma certa aversão a banners, muitas vezes a empresa perde a oportunidade de agregar clientes por que seu banner foi mal produzido,


Pecados imperdoáveis num banner:




  • Muito texto, de forma que tome muito tempo do visitante

  • Muitas cenas, de forma que tome muito tempo do visitante (salvo algumas exceções)

  • Subjetividade, um bom banner tem que ser objetivo e convincente.

  • A ridícula mania de colocar botões dentro do banner que “enganam” os visitantes menos avisados

  • Mentir promoções



Dependendo do tamanho do Banner, podem ser aplicados a forma típica de outdoors, apenas uma cena e disposição “à americana” num movimento em Z, o olho percorre inicialmente a foto, decifra a argumentação e conclui com o símbolo da marca, segundo o esquema:



O intinerário da decodificação é A-B-C-D (em “ Z ”)


Mas é aí , como chamar a atenção do visitante ?


Temos recursos que permitem que o discurso publicitário cumpra sua finalidade por três vias: Psicológica, atropológica e social....


Mas disso falaremos na parte dois desse nosso estudo.

26 julho 2005

Viva nossa mediocridade!!

Recente pesquisa do Ministério da Educação revelou o que já era sabido de muitos: o ensino público fundamental no Brasil está indo de mal a pior. Português e matemática continuam sendo os grandes vilões daqueles que se aventuram nas escolas freqüentadas pela maioria de nossos pobres meninos e meninas. Estão bem abaixo da média considerada aceitável pelos padrões mundiais.


Um fato que me chamou a atenção foi veiculado no Jornal da Globo: adolescentes que estavam despontando para o mundo da moda e da fama. O sacrifício de muitas delas, o apoio das famílias, etc. Entre essas meninas uma declarou que um dos preços que ela pagava por tudo aquilo era o fato de ter que parar de estudar, por causa do tempo que a profissão lhe exigia.


Passamos por uma grande crise no Brasil. Não estou falando da crise gerada pelo desemprego; não me refiro à crise financeira, nem ainda à crise política. Penso que a maior crise que o nosso país enfrenta é a gigantesca crise de valores. Perdemos nossos referenciais, ou pior, nossos referenciais foram mudados, e tornaram-se catastróficos. Bom no nosso país é ser medíocre.


As crianças não querem estudar. Claro!! Seus ídolos não estudam, não lêem, não tem nada de bom a oferecer. Grande parte das nossas crianças (principalmente nas favelas) querem ser funkeiras, ganhar dinheiro cantando absurdos como “me chama de cachorra que eu faço au au/ me chama de gatinha que eu faço miau...


Estudar pra que ? Não adianta culpar somente os governantes (que também tem grande participação na mediocridade infanto-juvenil) pelo fracasso escolar. As referências e os ídolos estão bem longe de indicarem uma boa educação. O bom hoje é ser funkeiro, pagodeiro, jogador de futebol, ou modelo. Então me vem à mente a adolescente do Jornal da Globo.


Pense comigo. Se uma menina de 14 anos é pega trabalhando numa lavoura, para ajudar os pais a terem pelo menos o feijão e arroz pra comer, ou ajudar o irmão mais novo doente, etc... os pais são taxados de exploradores do trabalho infantil. Órgãos de defesa da infância e adolescência aparecem aos montes para mostrarem “serviço”. Lugar de criança é na escola, vociferam. É um absurdo obrigarem uma criança a parar seus estudos para trabalhar numa lavoura.


No entanto, uma menina de 14 anos declara para todo o Brasil que infelizmente teve que abandonar os estudos para se dedicar à “carreira” de modelo, e sabe como isso é apresentado ?? Como algo muito bom. Uma demonstração de esforço para conseguir realizar um sonho. Os pais estão lá apoiando e são festejados.


Hipocrisia!! Isso me dá nojo!! Celebremos nossa mediocridade!!


Viva nossa mediocridade!!


Ronaldo Ramos.

25 julho 2005

Que cabeça pequena não ?

Essa semana houve uma desanveça no FUGPE (Flash User Group Pernambuco) por conta de ums sites que as pessoas suporam que dissemos que fizemos, mas não fizemos, deixem-me explicar como tudo começou:


A empresa que eu trabalho, a Mix Tecnologia, é responsável por vários sistemas e serviços que vão desde suporte à mouse até criação de sistemas de administração integrados com a internet e dispositivos móveis, e essa semana meu chefe me pediu que eu indicasse alguém ou conseguisse alguns currículos de pessoas que pudessem vir a trabalhar na nossa empresa na mesma função que eu (estagiário de design) pra desenvolver Web sites, tendo essa carta em branco nas mãos, me lembrei que no FUGPE quase todos desenvolvem flash e são designers em sua maioria , por isso anunciei a vaga no grupo


Foi satisfatório , ao total recebemos cerca de 24 currículos, e vimos que existe muita gente qualificada e sem oportunidade, mas por outro lado , existe uma “garotada” na lista que não tem mais nada o que fazer senão tentar colocar pra trás aqueles que estão a sua frente, tentam fazer isso por pura inveja tentando menosprezar perante todos do seu circulo de relacionamento o seu trabalho, vejo o que um “donzelo” postou na lista de discussão do FUGPE e o que eu respondi:


Marcos cordeiro falou na lista:


No site da Mix Tecnologia, na seção de clientes tem:


- Moura Dubeux Engenharia (PE)


- Rio Ave Investimentos (PE)


Estes sites tem a assinatura da cartello|W3, alguém explica?


E eu Respondi:


Olá marcos ,


Explico sim !!


O fato de o nome das empresas constarem na nossa carteira de clientes não significa apenas que nós fomos responsáveis pela criação do web site das mesmas, pois um visitante mais atento, ou até mais interessado pode facilmente perceber no nosso link de serviços que oferecemos outros produtos e serviços e não apenas webdesenvolvimento, portanto na nossa lista de cliente entram clientes que usam os nossos sistemas e/ou clientes para o qual prestamos serviços de webadministração


Realmente não fomos nós quem produziu esses dois sites que você relaciona, entretanto as empresas citadas(rio ave e Moura dubeux) usam nossos sistemas, no caso de um cliente ter uma webpage criada e/ou administrada por nós consta ,geralmente no rodapé, da página a nossa assinatura.


Outro ponto, é perceber que em nenhum momento do site discriminamos quais os tipos de serviços que prestamos pra cada empresa, portanto gostaria que ficasse bem claro que em momento algum dissemos ter produzido tais sites


qualquer duvida , perguntar por aqui ou diretamente com o nosso e-mail de atendimento : atendimento@mixtecnologia.com.br


espero ter esclarecido sua duvida, e as demais que eventualmente possam ter surgido.


Um abraço;


Eduardo Lima


Mix Tecnologia


Agora me digam ? Num dá vontade de mandar um franguinho desses, que nunca sequer se pronunciou na lista, pra puta que o pariu?


Pois é, em boca fechada não entra rol.. aliás, mosca!!

22 julho 2005

Usar ou nao algo pronto?

Olá pessoal ,

Bem vindo à esse blog, na verdade eu nunca fui adepto de coisas prontas, e muito menos desses modismo que tanto enchem a internet mas acabei caindo nas teias do blog por não ter tempo de criar minha própria webpage, mesmo sendo Webdesigner de uma empresa ... é como costuma-se dizer por aí “Em casa de ferreiro espeto é de pau” pois é, eu sou mais um como tantos outros webdesigners que não têm um site próprio. Mas vamos deixar de bla, bla, bla, e irmos ao que interessa...



Tenho visto por aí muita gente que mete o pau no fato do designer usar templates prontos, ou copiar um arquivo de flash do flashkit.com (www.flashkit.com) e em certas situações eu tenho me incomodado com a hipocrisia e a falta de necessidade de cada um. Acredito num mundo real e não num mundo onde os clientes nos dão tempo pra que expressemos a nossa criatividade, confirmo porém, que todo aquele que produz tudo o que expressa como seu, do zero tem bastante valor mas no mundo em que vivemos às vezes somos obrigados a questionar se devemos ou não pegar um código pronto para a criação de um menu ou de um banner, uma animação , que seja... Visto que muitas vezes os prazos são curtos quando se trabalha numa empresa onde o atendimento não se comunica muito bem com a criação como diria a minha “idola” e amiga Adriana Baggio “Atendimento são de marte e criativos de Vênus” portanto não deve-se condenar nem mesmo o uso de um template completo para criação de um website sem saber quais foram as exigências daquele cliente , imaginem pois, que aquele template foi escolhido pelo cliente, ou até mesmo comprado, porque não?



Acredito no modelo de produção que visa a satisfação do cliente, no modelo de trabalho que não podemos somente nos satisfazer, principalmente porque muitas vezes somos “artistas incompreendidos” e precisamos receber “dindin” para comer senão somos comidos (no bom sentido, aliás, vai de cada um não tenho preconceitos.) Mas acho que para ascensão pessoal e profissional a questão do código/design pronto só deve ser encarada como economia de tempo e não como uma forma de voce achar que já sabe produzir/criar alguma coisa que na verdade não foi você quem fez. Pense nisso!



Já quanto a plágios, aí meu velho, o Buraco é muito mais embaixo , mas disso falaremos depois, bem depois , porque é um saco escrever pra blog...

Abraços

Eduardo Lima.